O teste deu positivo e a primeira pergunta é sempre a mesma: de quantas semanas eu estou. Ponha aqui embaixo a data da última menstruação, ou o que o ultrassom disse, e veja a semana, o mês, o trimestre e a data provável do parto.
A caderneta digital da infância do seu filho. Só você lê.
minido.com.br/ferramentas/calculadora-gestacional
Fonte: Caderneta da Gestante e Calendário Nacional de Vacinação (Ministério da Saúde).
Sem cadastro e sem e-mail. A conta acontece no seu navegador e a data não sai dele.
O primeiro dia, e não o último. É como o pré-natal conta.
A idade gestacional se conta do primeiro dia da última menstruação. Não do dia da relação, não do dia em que o teste deu positivo. Parece estranho contar como gravidez um período em que ainda não havia embrião, e a razão é prática: ninguém sabe dizer o dia em que ovulou, e todo mundo sabe dizer quando menstruou pela última vez.
Como a ovulação costuma acontecer umas duas semanas depois, no dia em que o atraso aparece você já está de 4 ou 5 semanas. É por isso que tanta mulher descobre a gravidez e ouve um número maior do que esperava.
A regra de Naegele soma 280 dias, ou 40 semanas, ao primeiro dia da última menstruação. O resultado é o centro de uma faixa, e não uma marcação de hora.
Chama-se de termo o nascimento entre 37 e 42 semanas, e é aí que a maioria dos bebês chega. Menos de um em cada vinte nasce exatamente no dia calculado. Tratar a data como prazo transforma as duas últimas semanas numa contagem regressiva ansiosa por nada.
A conta pela última menstruação assume um ciclo de 28 dias com ovulação no meio dele. Ciclo mais longo, mais curto ou irregular desloca a ovulação, e a idade calculada erra junto, às vezes por mais de uma semana.
O ultrassom do primeiro trimestre mede o embrião, que nessa fase cresce de forma muito parecida entre gestações, e por isso é o que o pré-natal usa para confirmar ou corrigir a idade. Depois que essa correção acontece, é ela que vale até o fim, mesmo que a conta da menstruação continue dando outro número.
É por isso que esta ferramenta tem as duas portas: se você já tem laudo, entre por ele. A idade do laudo vale na data do exame, e não hoje, e a ferramenta faz esse ajuste para você.
Quarenta semanas não dividem em nove meses redondos. A contagem obstétrica trata cada mês como quatro semanas, e o resto sobra no fim, então a conversão nunca é a que a intuição sugere. Trinta semanas não são sete meses e meio.
O médico fala em semanas porque é a unidade que decide conduta: cada exame, cada vacina e cada limite de segurança está marcado numa semana específica. O mês serve para conversar com a família.
O primeiro vai até a 13ª semana e é o de formação dos órgãos, o de mais enjoo e cansaço. O segundo, da 14ª à 27ª, é quando os sintomas costumam aliviar, o corpo aparece e os movimentos começam a ser sentidos. O terceiro, da 28ª ao parto, é o de ganho de peso do bebê e de preparo para nascer.
A contagem obstétrica e a divisão em trimestres seguem a Caderneta da Gestante do Ministério da Saúde. As vacinas indicadas por semana saem do Calendário Nacional de Vacinação da gestante, o mesmo do SUS.
Onde não há número oficial, esta página não inventa: a data provável do parto é apresentada como faixa de termo, e não como promessa.
Conta-se a partir do primeiro dia da última menstruação, e não da relação nem da concepção. É a regra de Naegele, a mesma do pré-natal: a data provável do parto é esse primeiro dia mais 280 dias, ou 40 semanas. Por isso, no dia em que o teste dá positivo, a maioria já está de 4 ou 5 semanas.
Porque a ovulação não é observável em casa e a menstruação é. A contagem obstétrica adota um marco que toda mulher sabe dizer, mesmo sabendo que ele antecede a concepção em cerca de duas semanas. É convenção de medida, não erro: o mundo inteiro conta assim, então o seu número conversa com o do médico.
Não, e o nome já entrega: provável. Ela é o centro de uma faixa, não um compromisso. Chama-se de termo o nascimento entre 37 e 42 semanas, e a maioria dos bebês chega dentro dela. Menos de 1 em cada 20 nasce exatamente no dia calculado.
O ultrassom, quando existe, e principalmente o do primeiro trimestre. A conta pela menstruação assume ciclo de 28 dias com ovulação no meio, e ciclo irregular desloca a ovulação sem avisar. Quando o pré-natal ajusta a idade pelo ultrassom, é essa a que passa a valer.
A gestação tem 40 semanas, que não dividem em 9 meses redondos: cada mês obstétrico é contado como 4 semanas, e sobram semanas no fim. Por isso 30 semanas não são 7 meses e meio. A ferramenta acima mostra o mês junto com a semana para você não ter que fazer essa conversão de cabeça.
O primeiro vai até a 13ª semana, o segundo da 14ª à 27ª e o terceiro da 28ª ao parto. É por essa divisão que se organizam exames e consultas do pré-natal, e é a que a Caderneta da Gestante usa.
O calendário do Ministério da Saúde para a gestante tem dTpa a partir da 20ª semana, em toda gestação, além de hepatite B, influenza e, conforme a recomendação vigente, a de covid-19. A ferramenta mostra o que já cabe na semana em que você está, e quem prescreve é o pré-natal.
Não. Esta página calcula e organiza para você chegar na consulta sabendo do que estão falando. Quem acompanha a gestação, confirma a idade e decide qualquer coisa é a equipe do pré-natal.



